"Mudei a ponto de não conhecer dois palmos a minha frente, passei por lugares que jamais pensei passar, torpecei em pedras, cair feio até aprender como se vive. Mas no final tudo compensa, não é verdade? Que ninguém diga o contrário por que sempre é assim: as coisas boas estão lá no final, subterradas no mais fundo poço que temos dentro de nós mesmos, ai de nós, que temos medo do escuro, que carregamos a sabedoria de não saber, que insistimos em sempre querer um amor, um projeto inacabado de amor."
"Hoje eu queria estar entre as nuvens, na velocidade das nuvens, na sua fragilidade, na sua docilidade de ser e deixar de ser. Livremente."